terça-feira, 10 de novembro de 2015

Habilidades Complexas - Futebol de Salão


Futebol de Salão

Fundamentos: Técnicos e Táticos

Objetivo especifico conceitual

Adquirir maior conhecimento sobre os modos corretos de execução dos fundamentos básicos do Futebol de Salão.

Objetivo especifico atitudinal

Valorizar e respeitar as diferenças na habilidade do Futebol de Salão, tendo uma atitude de respeito para com o colega menos habilidoso.

Predispor a participar de atividades em grupos, cooperando e interagindo.

Respeitar as diferenças corporais, opções sexuais e grupos sociais entre outras, não demonstrando atitudes preconceituosas.

Objetivo especifico procedimental

Vivenciar e construir o conhecimento sobre os fundamentos básicos do Futebol de Salão.

Conhecer e reconhecer o próprio corpo e aprender a usar e tirar vantagens dos recursos oferecidos e disponibilizados por ele.

Correr, tocar a bola, receber a bola, chutar, deslocar-se em direção da  bola.

Fundamentos Táticos

A esquematização de jogo é fator preponderante em uma equipe, pois sem esta atividade, não se terá uma equipe e sim um grupo de elementos que estarão praticando um esporte sem um objetivo especifico.

A tática de Futebol de Salão pode e deve variar, normalmente durante o transcorrer da partida. A tática do Futebol de Salão nada mais é do que a teoria (técnica) colocada em pratica na quadra de jogo, com todas as suas variações que poderão acontecer conforme o desenvolvido pelo adversário.

Fundamentos Técnicos

O Futebol de Salão é um esporte que exige habilidade, pois o espaço curto da quadra, somado ao peso maior da bola (em comparação com a bola de campo) e a rapidez com que se é praticado, fazem dele uma das práticas esportivas onde os competidores devem possuir domínio de força e noção de bola. Para que as jogadas e os objetivos sejam alcançados é necessário que haja controle dos fundamentos do Futebol de Salão.


Conteúdo a ser trabalhado
Passe
Drible
Chute
Marcação
Pivô
Alas
Goleiros
Posição
Condução

Conteúdo para 6º e 7º anos

Passes com a parte interna dos pés;

Passes com a parte externa dos pés;

Passes com o dorso (peito) dos pés;

Brincadeira de bobinho com 1 toque na bola, utilizando os respectivos passes;

Passes com a sola dos pés (região plantar);

Passes de bico (com a ponta dos dedos);

Passes a meia altura;

Chute simples: esse chute é batido com a parte interna ou dorso do pé. Com ele há mais probabilidade s de conseguir que esse fundamento seja bem executado.

Chute de bico: costuma ser o chute mais fácil, ele não costuma ser muito preciso pelo pouco espaço de contato. 

Chute por cobertura: com  o pé por baixo da bola é possível fazer com que ganhe altura.


Conteúdo para 8º e 9º anos

Goleiros: queda lateral rasteira, saída em guarda baixa, queda lateral meia altura, queda lateral com auxilio de colchonetes, guarda baixa, pegada, saída em guarda baixa, exercícios e aquecimento com bola.

Posicionamento em quadra.

Alas

São responsáveis pela armação das jogadas.  Devem descolar-se constantemente, com ou sem bola. É importante ter na equipe sempre um jogador destro e um canhoto em cada ala. Normalmente os alas jogam em posições invertidas (ala direito no lado esquerdo e ala esquerdo no lado direito).



        Pivô

Quase sempre é o jogador que têm maior poder de finalização, também como característica a proteção da bola de costas. É importante para o pivô saber o tempo certo de passar a bola para seus companheiros.
Fixo

Geralmente é o atleta encarregado de desarmar as jogadas dos adversários, são atletas de excelente marcação. Hoje também são criadores de jogadas com bom chute de longa distância.


Marcação em quadra

Homem a homem: o defensor marca individualmente o jogador que lhe é indicado acompanhando-o por toda a quadra.
Por zona: o sistema de marcação por zona consiste em atribuir a cada jogador da equipe uma zona definida de defesa com a incumbência de ocupá-la e defendê-la integralmente. Neste sistema marca-se a bola, não o jogador.



Drible

O drible da vaca é um dos mais famosos onde você passa por seu adversário, de forma que ele passe por um lado e a bola por outro lado.
O elástico é quando um jogador fica parado na frente do marcador e toca duas vezes como mesmo pé na bola, mudando assim o movimento da bola.
O chapéu ou lençol, acontece quando o jogador joga a bola em cima da cabeça do adversário e corre pelo lado atrás da bola.
Pedalada é quando o jogador passa várias vezes o pé sobre a bola, com o objetivo de enganar o adversário.

Condução

É quando se leva a bola pela quadra de jogo. Uma regra básica: a bola deve estar próxima do condutor. Essa condução pode ser feita em linha reta, dai o nome de retilínea. Também em zig-zag e portanto, sinuosamente, as faces do pé para se conduzir são a interna e externa.